Ciclos: 2.º Ciclo | 3.º Ciclo | Ensino Secundário
Disciplinas: História | Geografia | Ciências Naturais | Físico-Química | Cidadania e Desenvolvimento
Duração: 90–120 minutos
Painéis relacionados: 4
Objetivo
Compreender como a circulação de alimentos está relacionada com contactos entre diferentes territórios e culturas, investigando o percurso de alguns ingredientes associados à história do Andalus e relacionando-o com questões atuais de produção, consumo e sustentabilidade.
Materiais
Mapa-mundo ou mapa da região do Mediterrâneo; cartões com alimentos; post-its; cordel ou fios; alfinetes ou fita adesiva; fontes de pesquisa; cartolinas; marcadores; computadores ou tablets, opcionalmente.
Passo-a-passo
Depois da visita à exposição, a turma identifica alimentos e ingredientes presentes nos conteúdos da exposição, em particular na infografia do Painel 4: À Nossa Mesa e conversa sobre a sua origem e utilização.
Em grupos, os alunos selecionam um alimento ou especiaria, como: amêndoa, arroz, citrinos ou açafrão.
Cada grupo pesquisa a origem e o percurso histórico do alimento, procurando perceber como circulou entre diferentes territórios e como passou a integrar diferentes práticas alimentares.
Os alunos investigam a presença do ingrediente na alimentação portuguesa e procuram exemplos de pratos, doces ou bebidas em que é utilizado. Investigam aspetos relacionados com a produção atual, como utilização de água e solo, energia, transporte, condições de trabalho e impactos ambientais.
Podem ainda investigar as cadeias de produção e distribuição desses alimentos em vários períodos (por exemplo, romano, islâmico, moderno, contemporâneo), evidenciando como o território atualmente português varia historicamente, para certos produtos, a posição de produtor, consumidor ou comerciante.
No mapa coletivo, assinalam os territórios relacionados com o alimento e representam os seus percursos até ao território que atualmente é Portugal.
Cada grupo produz uma infografia que reúne informação histórica, cultural e ambiental.
Opcional: O grupo escreve um pequeno manifesto: “Como podemos consumir este alimento de forma mais justa e sustentável?”
Os trabalhos são apresentados à turma e discutidos, relacionando as escolhas alimentares individuais com questões ambientais, económicas e sociais.